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| Home>Fenícios no Brasil... | |
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Segundo alguns historiadores, no século XII a.C., os fenícios atingiram o litoral do continente americano. O historiador brasileiro Bernardo de Azevedo da Silva Ramos (1858 - 1931), nascido em Manaus, AM, em seu trabalho "Inscrições e Tradições da América Pré-histórica, especialmente do Brasil" (RJ, 1930), cita muitas palavras indígenas de origem fenícia e hebraica, pois alguns dos tripulantes de barcos fenícios que chegaram no litoral permaneciam nestas regiões e constituíam clãs, daí a diversidade de línguas e costumes em várias nações indo-americanas, principalmente depois da conquista da Fenícia por Alexandre, o Grande, e depois as dominações grega e romana. Em se tratando de língua, interessante analisar nos idiomas Quechuá, Chibika, Aimará, Guarani e Tupi, vocábulos aramaicos e mesmo árabes antigos que são encontrados em todos aqueles idiomas. Os mais próximos do aramaico e do árabe são Quechuá e Tupi. Encontram-se também em vários lugares do Brasil inscrições fenícias gravadas na rocha, como por exemplo, a da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro. Na Ilha de Marajó foram encontradas pedras trabalhadas com inscrições aramaicas, cuja existência é datada de antes da Era Cristã. Estas se encontram no Museu Nacional do Rio de Janeiro. Existem também os tipos de portos - muralhas - que os fenícios construíram, como as que se encontram em Batrun (Líbano); no Aquiri, Amazonas; Alcobaça, Bahia (Brasil).
Fonte de informação "Brasil - Líbano: Amizade que desafia
a distância" (edusc@usc.br)
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