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Após uma outra guerra, a do “Yom
Kippur” (Dia do Perdão), em 1973, o Egito agora sob a liderança de
Anuar Sadat e Israel, do primeiro-ministro Menachem Begin, após
visitas mútuas dos dois líderes à nação rival e por pressão
americana, estabeleceram a “Paz de Camp-David”, em 1979.
Isso estimulou o difícil processo de paz na região, marcada por
constantes operações militares e terrorismo.
Em 1993, após a “Conferência de Oslo”, o líder palestino Yasser
Arafat e o primeiro-ministro de Israel, Yitzrak Rabin, concordaram na
devolução progressiva, aos palestinos, de regiões da Cisjordânia,
por Israel. Essa decisão teria motivado o assassinato de Rabin por um
extremista judeu.
Hoje, a implementação da paz ainda encontra obstáculos, notadamente
a questão das fronteiras de um futuro Estado Palestino, que
substituiria a atual Autoridade Nacional Palestina, o problema da
volta dos refugiados e a espinhosa questão de Jerusalém Oriental,
onde os palestinos querem estabelecer a capital de seu Estado e que já
foi anexada por Israel.
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